Liderança Ágil

Liderar pessoas nunca foi tarefa fácil. Nos dias de hoje, a missão ficou ainda mais complexa em função, principalmente, das mudanças rápidas e profundas causadas pelo avanço da tecnologia e das demandas da nova geração, denominada millenials. Muitas questões tiram o sono dos líderes: como manter a equipe motivada e engajada? Como melhorar a colaboração e o trabalho em equipe? Como evitar a fuga de talentos?

Nesse momento, muitos líderes falham ao tentar responder essas perguntas somente agilizando os processos ou implantando novas tecnologias e metodologias ágeis. Visando tornar a organização mais ágil e adaptável a esse novo ambiente de mudanças, é preciso ir além dessas iniciativas e buscar implantar uma cultura ágil.

Agilidade não significa fazer o trabalho rapidamente, mas sim pensar e agir de forma diferente buscando a aprendizagem e o desenvolvimento contínuo do time. Para isso acontecer é preciso que o líder desenvolva habilidades e ferramentas de liderança ágil. Essa jornada inclui o conhecimento de si mesmo e do seu time.

O objetivo do workshop é apresentar e praticar ferramentas que promoverão o desenvolvimento das habilidades de liderança ágil para que os participantes possam ser bem- sucedidos nesse novo contexto empresarial.

Por que devo fazer esse workshop:

Você sairá do workshop com vários insights e soluções que te ajudarão a resolver seus problemas em função do trabalho ser prático e colaborativo. O objetivo é acelerar o seu desenvolvimento e, consequentemente, a performance sua e do seu time.

O que você vai aprender:

Um workshop com 3 episódios onde você é o protagonista! Uma jornada com muito aprendizado, quando você superará os próprios limites. Para isso, contará com o apoio de outros líderes e de muitas ferramentas modernas que acelerarão o seu desenvolvimento como líder! Are you ready?

Os três episódios são:

MOBILIZAÇÃO

  • Técnicas para se autoconhecer e conhecer o time;
  • Como motivar e engajar o seu time;
  • Como integrar a equipe;

ALINHAMENTO E DESENVOLVIMENTO

  • Delegar e desenvolver competências;
  • Definir e alinhar os limites com a equipe

CRESCIMENTO

  • Empoderar e reconhecer os liderados;
  • Como organizar o time para crescer;

Como vai se sentir:

  • Seguro para realizar mudanças;
  • Motivado a incorporar as práticas no seu estilo de liderança;
  • Mais preparado para liderar o crescimento.

Para quem:

A todos que queiram desenvolver habilidades de liderança e incorporar novas práticas ao seu estilo de liderança visando o aumento da sua performance e do seu time. Podem ser empreendedores, diretores, gerentes, coordenadores, supervisores, analistas e profissionais que lideram times em qualquer tipo de organização.

Paciência…como ter mais paciência?

A inteligência emocional (autocontrole, empatia, habilidades de relacionamento, adaptação às mudanças, etc) é responsável por grande parte do desempenho de um líder, alguns especialistas chegam a falar em 60%.

Um dos líderes que segue o perfil da youber no Instagram enviou esse desafio que ele tem, precisa de “paciência, mais paciência”. A paciência, o autocontrole fazem parte do componente emocional.

Logo me lembrei de uma líder que fez coaching comigo, vou abordar aqui o exemplo dela com adaptações e simplificações para facilitar o entendimento. Dependendo da complexidade do caso ou se quiser acelerar o seu desenvolvimento é recomendável buscar o apoio de um coach e/ou até um psicóloga/psiquiatra dependendo da situação.

Caso seja mais pontual, a questão de perder a paciência, em algumas situações e/ou com algumas pessoas, você pode tentar resolver através do “Loop do Hábito” detalhado no Best Seller “O Poder do Hábito” de Charles Duhigg. O Loop do Hábito é constituído pelo GATILHO, que dispara uma ROTINA, visando o ganho de uma RECOMPENSA.

A partir de experimentos com macacos, cientistas descobriram que o anseio por “algo” ocorre no nosso cérebro antes de ter esse “algo”. No caso do macaco “Julio”, quando aparecia a forma na tela (GATILHO), ele corria e apertava a alavanca (ROTINA) para ganhar o suco (RECOMPENSA). . Conforme demonstrado na foto da página livro.

Os cientistas descobriram que os macacos já sentiam que iriam ganhar o suco antes ganhá-lo. Veja na foto do livro abaixo. O cérebro do macaco é ansioso. O mesmo ocorre com o nosso cérebro.

Sempre faço um teste com meus clientes e a resposta é sempre positiva: Peço a eles para pensarem em algo que gostam de fazer, um cliente meu respondeu na hora “gosto de jogar bola”, logo pergunto: “Momentos antes de você jogar bola você se sente como?” “Sinto satisfação”. “Quando isso ocorre?” Ele respondeu “no dia anterior já sinto prazer”. Faça esse teste com você e depois compartilhe comigo, por favor.

Voltando a líder que assessorei num processo de coaching a desenvolver a paciência. O loop do hábito dela era o seguinte, toda vez que uma determinada colaboradora começava a lamentar coisas, a líder ficava nervosa, perdia a paciência e corrigia ou queria ensinar a colaboradora de uma forma nada amistosa, depois se sentia mal.

Isso é uma programação mental, precisamos tomar consciência dela, quando vemos, já realizamos a rotina, é automático. O primeiro passo é tomar consciência da programação, o segundo é fazer a reprogramação. Sair do inconsciente incompetente até chegar no inconsciente competente.

Esse era o Loop do Hábito da minha cliente com simplificações, a programação dela era:

Hábito:

Gatilho: Lamentações/reclamações

Rotina: Perdia a paciência/Corrigia o funcionário

Recompensa: Prazer em corrigir/ensinar

A partir do momento que ela tomou consciência desse loop e que isso acontecia não só com a colaboradora, mas também com familiares e amigos. Ela buscou ficar mais atenta ao seu comportamento e corrigi-lo. Colocando uma nova rotina quando alguém começava a lamentar/reclamar, o novo hábito foi criado:

Novo Hábito:

Gatilho: Lamentações/reclamações

Rotina: Respirar fundo/falar para si mesmo que ninguém muda ninguém

Recompensa: Prazer em se controlar/se sentir bem

É claro que isso levou tempo e no meio do caminho ocorreram “escorregões”, no entanto, tudo dentro da normalidade, a diferença é que os “escorregões” eram percebidos na hora. Podemos desenvolver outros hábitos, nos reprogramarmos, visando melhorar o nosso desempenho como líderes. Somos o exemplo.

A falta de paciência pode ter outros gatilhos, por exemplo: se ela estiver ligada a constantes erros do colaborador, o líder precisa resolver o problema. “Pegar na mão” do colaborador, treiná-lo e supervisioná-lo durante a execução da tarefa até os resultados melhorarem. Se o líder não tem interesse/gosto pelo desenvolvimento de pessoas, é preciso desenvolvê-lo ou avaliar se realmente quer seguir no pipeline de liderança (num outro artigo comento mais sobre isso).

No livro, tem também o caso da ALCOA, sensacional!…em que o CEO mudou o hábito da organização inteira e isso refletiu obviamente nos resultados financeiros.

Tenha em mente que o emocional responde pela maior parte do desempenho e novos hábitos são construídos ao longo do tempo, com apoio de um Coach, você vai mais rápido. Precisamos ser pacientes com nós também, a RECOMPENSA de melhorar o bem-estar e o desempenho, vale a pena! 😉

Você tem alguma experiência nesse sentido? Compartilhe conosco.

Sucesso a todos!

Liderança Ágil versus Destruição Criativa

Artigo originalmente publicado no site do GUAJA Coworking

A complexidade e a velocidade das mudanças do mundo atual estão encurtando o ciclo de vida das empresas. Segundo a previsão dos autores do livro “Creative Destruction”, em 2020, mais de 75% das 500 maiores empresas (ranking feito pela Standard & Poor’s) serão marcas que não conhecemos hoje. Esse cenário exige não somente a inovação de produto, mas também na gestão, pois o modelo de organização vertical no qual alguns líderes centralizam o “comando e controle” das ações apresenta um risco alto. Isto porque o ambiente turbulento demanda uma tomada de decisões mais imediata. A centralização pode trazer resultados indesejáveis ou até mesmo custar a sobrevivência no mercado. Como solução complementar ao modelo vertical, surgem as práticas da cultura ágil que visam desenvolver a capacidade da empresa de se adaptar mais rápido a esse novo contexto.

A cultura ágil viabiliza uma forma mais “orgânica”, fazendo com que a empresa e o meio se comuniquem de maneira mais interativa com pequenos ajustes ao longo do tempo, evitando grandes correções (demissões, reestruturações, etc.) de rota e até a falência. Ressalta-se que a cultura ágil se baseia, principalmente, no desenvolvimento do time, diferentemente de outras soluções. Como exemplo, posso citar, a estrutura matricial da qual liderei a implementação em grandes organizações como Petrobras, FIEMG, etc. e que, também, promoveram no passado maior interação, agilidade na execução de mudanças e ganhos de produtividade.

Tendo em vista que a base da agilidade é o desenvolvimento do time, o líder ágil precisa entender cada vez mais de pessoas. Mas o que isso tem a ver com adaptação mais rápida? A partir do momento que desenvolvemos as pessoas elas conseguem resolver problemas mais complexos e tomam decisões a tempo de realizar as mudanças que o ambiente está demandando. Claro, para empoderar o time dessa maneira, é preciso ter estabelecido uma relação de confiança com os membros.

O caminho recomendável para o empowerment é conhecer a si e ao time, afinal não se consegue estabelecer o estágio futuro se não se sabe onde está agora. Esse diagnóstico vai contribuir para a construção da relação de confiança citada anteriormente e, consequentemente, relacionamentos genuínos com cada membro.

Outro aspecto importante no desenvolvimento da capacidade do time de se adaptar é permitir que o erro ocorra desde que o estrago não seja grande. Sendo um dos lemas preferidos do líder ágil: falhe rápido e barato. Portanto, o erro faz parte da rotina de desenvolvimento. Errar não é um problema num primeiro momento. A pergunta é: “O que você aprendeu?”, para não cometer o mesmo erro no futuro. Errar e não refletir é um erro para o líder ágil.

O Empowerment, a permissão para errar, a construção da relação de confiança e o desenvolvimento do time são algumas práticas da cultura ágil que de alguma forma, se implantadas, aumentam as chances da empresa de se adaptar e corrigir a rota mais rapidamente. Afinal de contas, todos querem fazer parte do grupo que sobreviverá e ninguém quer incrementar a estatística de mortalidade.

Quer ir mais fundo nesse tema e descobrir como pensar e agir de forma diferente buscando a aprendizagem e o desenvolvimento contínuo do seu time ou empresa? Fique por dentro do curso de liderança ágil que vai acontecer no GUAJA e garanta sua inscrição.

O SEGREDO PARA UM MINDSET DE CRESCIMENTO

Tendo em vista as mudanças rápidas e profundas impulsionadas pelo avanço da tecnologia, aprender coisas novas e mudar se tornou um imperativo nos dias atuais. Segundo Alvin Toffler, renomado escritor e futurista americano, “Os analfabetos do século XXI serão aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender”.

Dessa forma, é preciso desenvolver um mindset de crescimento por que o que se domina hoje pode não ser suficiente para obter resultados amanhã e assim por diante.

No entanto, as pessoas em geral sentem dificuldade em realizar mudanças em suas vidas. Elas tentam e até iniciam alguma  transformação, porém, falham e se sentem frustradas.

A realização de mudanças é um desafio para a maioria. Nessa palestra Mauro apresenta técnicas e ferramentas modernas de como colocar em prática as mudanças desejadas, compartilhando também cases de sucesso de clientes que atende como Coach, bem como as mudanças que realizou em sua vida pessoal e profissional.

Quer aumentar a rentabilidade do seu negócio?

77% dos consumidores escolhem, recomendam ou pagam mais por uma marca que oferece serviço ou experiência personalizada, segundo pesquisa do Gartner.
Proporcionar experiências memoráveis faz com os clientes se conectem emocionalmente à marca, tornando-se admiradores, aumentando a retenção. Uma pesquisa da Bain & Company, mostra que um aumento de 5% na retenção de clientes pode aumentar a rentabilidade da empresa em até 75%.

Caso queira aumentar a sua rentabilidade entre em contato conosco: contato@youber.com.br

Como sobreviver à revolução digital, the startup way | Publicado no MGTI News | Jul/18

Em seu novo livro “The Startup Way”, que ainda não foi lançado no Brasil, Eric Ries, autor do best seller Lean Startup, expõe a dificuldade e preocupação dos executivos de empresas grandes e tradicionais em acompanhar a velocidade das mudanças causadas pela revolução digital, colocando em risco a sobrevivência dessas organizações no ambiente empresarial. A solução apresentada por Ries em resumo é algo já conhecido, o “velho” empreendedorismo corporativo, só que agora com uma importância destacada na organização e utilizando as técnicas e ferramentas das startups, ou seja, com uma força e roupagem nova. A ideia é que a empresa moderna, como ele denomina, se transforme continuamente e de forma ampla, como se fossem smartphones que devem ser atualizados constantemente. Mas isso é complexo e complicado de fazer, não? Ries admite que é um desafio e que as organizações devem começar com pequenos passos de forma simples a introduzir a cultura do empreendedorismo.

Nesse novo livro, o autor compartilha algumas ideias de como viabilizar o desenvolvimento dessa habilidade – a transformação contínua – definida pelo autor, como a capacidade da empresa moderna de testar e aprender com suas experiências. Baseado em suas próprias experiências na “trincheira”, como Eric diz, experiências em projetos que vem conduzindo em empresas grandes e tradicionais como GE, Toyota e até de empresas que haviam crescido muito rápido como Airbnb e Dropbox. O autor aborda no livro, que as estruturas organizacionais devem funcionar como os aplicativos de um smartphone, ou seja, devem ser dinâmicas e serem atualizadas conforme as mudanças no meio e os novos projetos forem implementados. O problema atual é que as mudanças estão ocorrendo, mas as estruturas permanecem basicamente as mesmas.

Como tornar a organização dinâmica e flexível? Uma das soluções propostas no livro é que as organizações devem criar times de startups internas que seriam coordenados pelo líder do departamento responsável pelo empreendedorismo na empresa, que pode ser a área de Marketing, Inovação, Tecnologia da Informação, etc. Essas startups internas seriam responsáveis por fazer acontecer as ideias, que poderiam surgir de qualquer lugar da organização, através de projetos. Ries aponta que essa nova função da estrutura será responsável pelo gerenciamento do empreendedorismo.

Essa estrutura e o gerenciamento do empreendedorismo na empresa moderna devem ser mensurados com métricas de progresso e não com as métricas tradicionais de gestão. Caso contrário, segundo o autor, o sistema de mensuração atual “mataria” essa iniciativa, tendo em vista que os mesmos precisam de algum tempo para serem experimentados e desenvolvidos na prática com os clientes. Soluções como adquirir startups podem não funcionar porque o ecossistema das empresas tradicionais não é propício para o crescimento das startups. Segundo Ries, a cultura das empresas grandes não combina com a cultura das startups, a inovação pode ser sufocada.

É interessante o paralelo que o autor faz entre os executivos responsáveis pelo gerenciamento do empreendedorismo na empresa moderna e os empreendedores de startups. Segundo Ries, os dois precisam das mesmas coisas: financiamento, acesso livre a recursos escaláveis quando necessário, equipe multifuncional especializada, padrões de prestações de contas e compromisso com a verdade sobre o progresso do projeto.

Apesar de terem as mesmas necessidades, os contextos são diferentes. Com isso, os empreendedores corporativos sentem dificuldade e ficam preocupados em como acompanhar a revolução digital. Ao contrário dos empreendedores de startups, os executivos não estão empoderados para estruturarem equipes e capacitá-las com as ferramentas adequadas para fazer com que a organização se torne um smartphone. A solução proposta em “The Startup Way”, por Eric Ries é justamente começar o empoderamento e o gerenciamento do empreendedorismo corporativo com pequenos passos, formando equipes internas, adotando ferramentas e técnicas de startups nas organizações visando conseguir que a empresa se transforme continuamente e sobreviva à revolução digital.

Como inovar mitigando riscos | Artigo para o Blog da Fumsoft | Fev/18

Tomar grandes decisões e inovar nunca foi tarefa fácil no mundo dos negócios. Atualmente, ficou ainda mais difícil em função do novo contexto empresarial de rápidas e profundas mudanças. A consequência da inovação pode variar desde o sucesso absoluto até o completo fracasso. Diante dessas oportunidades alguns executivos e empreendedores podem ficar paralisados e não fazerem nada, o que também têm seus riscos. Do outro lado do espectro estão os apaixonados por suas ideias que se atiram e buscam inovar sem avaliar e testar as ideias previamente. Por último, temos aqueles que são os mais bem-sucedidos: as empresas mais inovadoras do mundo (Apple, Nike, IDEO, etc.). O que e como essas empresas que têm sucesso fazem para minimizar riscos e inovar visando a rentabilidade?

Os mais bem-sucedidos inovadores utilizam uma forma de pensar e agir que mitiga os riscos e as decisões são tomadas com mais segurança, essa forma se chama Design Thinking. O próprio nome diz, não é um método, é um modelo mental e de ação de projetar serviços e produtos. No Brasil, o Design Thinking vem sendo utilizado por empresas de diversos setores, segmentos e portes para se reinventarem e serem mais lucrativas. Mas como o Design Thinking minimiza os riscos, gera segurança e confiança para a tomada de decisão?

No Design Thinking a equipe investe o mínimo de tempo e dinheiro para validar as ideias, o que mitiga riscos de gastar muitos recursos para saber se a inovação vale (ou não) a pena. Assim, durante o processo, priorizam-se ações junto ao cliente em detrimento a grandes planejamentos. Neste ponto, destaca-se a experimentação do produto ou serviço com o cliente que se dá ainda na fase da ideia. As equipes fazem entrevistas, constroem protótipos e interagem com os clientes num processo de co-criação o que reduz o risco de se criar algo que o cliente não precise ou que não melhore a experiência dele com a empresa. Outro aspecto de mitigação de risco é a multidisciplinaridade da equipe. Pessoas com expertises e olhares diferentes avaliam e discutem o problema e a solução, reduzindo a possibilidade de algo escapar.

É importante ressaltar também que o Design Thinking tem outros benefícios, além de mitigar riscos e apoiar a tomada de decisão na inovação, como por exemplo, alinhamento e engajamento de toda equipe; estímulo à cultura do erro – criar, experimentar e aprender com os erros rapidamente – na organização; incentivo à empatia, etc. Todo esse conjunto de benefícios traz maior segurança e confiança para os executivos e empreendedores possam tomar decisões e inovar nesse ambiente em que mudar virou rotina.

(Des)Aprendendo a inovar com Neymar e a Seleção

Futebol é coletivo, bem…Na maior parte das vezes sim. Alguém pode falar do Maradona na Copa de 1986 ou do próprio Cristiano Ronaldo na estréia de Portugal contra a Espanha na última sexta, sim, claro, exceções sempre vão existir aqui, ali e acolá. Mas não foi o caso da nossa seleção no empate com a Suíça na estreia na Copa da Rússia, quando deixamos de usar a força do coletivo. O mesmo ocorre nas organizações, o resultado na maioria das vezes é conquistado coletivamente e quando se fala em inovação mais ainda. Mas como as empresas mais inovadoras do mundo (Apple, Nike, IDEO, dentre outras) batem seus adversários e conquistam seus títulos?

“…o resultado na maioria das vezes é conquistado coletivamente…”

As vencedoras em sua maioria utilizam entre outras táticas, utiliza uma tática simples, o Design Thinking (DT). O DT é muito mais do que um método, é uma forma de pensar e agir objetiva e prática de solucionar problemas complexos. A essência do DT é: colaboração, empatia, criatividade e experimentação. Trocando em miúdos, não basta alguns membros da equipe serem criativos e terem ideias sensacionais (criatividade) é preciso trocar passes – ideias – com outras pessoas do time/parceiros (colaboração) e, principalmente, ter uma estratégia de jogo para resolver o problema do cliente, maximizando seus ganhos e reduzindo suas dores (empatia). Feito isso, é necessário colocar a melhor ideia na prática, desenvolver protótipos e validá-los (experimentação), ou seja, fazer o fit, que é o gol!

“Não basta alguns membros da equipe serem criativos e ter ideias sensacionais é preciso trocar passes
– ideias – com outras pessoas do time, parceiros e clientes.”

Voltemos a seleção e a sua estreia diante da Suíça, Neymar me lembrou o Lone Warrior (o guerreiro solitário) que o Tiago Mattos, Multi-empreendedor e Professor da Singularity University, brilhantemente aborda em suas palestras (se quiser o pdf da palestra, só acessar o link pdf.aeroli.to/brasil-summit , não deixe de pegar essa bola einh… 😉 ). O Lone Warrior é aquele cara na empresa que tem uma ideia sensacional e luta solitariamente para fazer acontecer. Nosso camisa 10 que tem um talento diferenciado e também muitas ideias sensacionais tentou 28 vezes a jogada individual, volume alto conforme especialistas comentaram, resultado: muitas faltas, um meião rasgado, jogo lento e um empate frustrante.

“Quando o coletivo vai bem, as individualidades aparecem”

Finalizando…Porque estamos aqui é para fazer gol ;). Nesse momento, o papel da liderança é fundamental para que o coletivo seja reforçado. Como muitos comentaristas dizem “Quando o coletivo vai bem, as individualidades aparecem”. Por isso, estamos torcendo para que o Tite promova a inovação reforçando os comportamentos do jogo coletivo em todos, principalmente, no nosso craque, pois é assim que as lideranças inovadoras fazem acontecer. Bora Brasil!!

MANAGEMENT 3.0 | CERTIFICADO INTERNACIONAL – HAPPY MELLY

Você precisa tornar a sua equipe mais ágil? Precisa que os líderes não sejam o gargalo da operação? Quer melhorar a colaboração e o trabalho em equipe? E ainda obter um certificado internacional?

Se a resposta é positiva para qualquer uma das perguntas ou para todas, esta Certificação foi feita para você!

Público-alvo:
Líderes, Executivos, Gestores e Empreendedores

Objetivo:

Desenvolver a habilidade de desenvolver equipes ágeis através da delegação e descentralização da operação

Após o treinamento, você conseguirá , pois aprenderá:

  • Management and Leadership;
  • Complexity Thinking;
  • Energize People:
  • Empower Teams:Delegation and Empowerment;
  • Align Constraints:Values and Culture;
  • Develop Competence: Learning and Competencies;
  • Grow Structure:Scaling
  • Improve Everything;
  • Success and Failure;

Carga horária: 16 horas

Participantes: 6 a 20 pessoas